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AIEC11Resumo de Agosto de 2025

Resumo

O Arch Edifícios Corporativos (AIEC11) é um fundo focado em lajes corporativas. O mês de agosto de 2025 foi marcado por um evento transformacional e negativo: a formalização do distrato com a inquilina Seven na Torre D do Rochaverá, o que elevou a do fundo de 0% para 49%. Como parte do distrato, o fundo recebeu uma parcela de R$ 11,8 milhões da multa total de R$ 18,3 milhões, o que gerou um resultado não recorrente expressivo e fortaleceu o caixa. A gestão informou que já possui negociações avançadas para a locação de um dos andares vagos, o que poderia reduzir a vacância para 41%.

Desempenho

O fundo apresentou um resultado extraordinário de R$ 2,74 por cota, impulsionado pelo recebimento da multa rescisória. A distribuição foi mantida em R$ 0,34 por cota, permitindo uma retenção significativa de caixa. Apesar do evento de , a cota de mercado registrou uma valorização de 2,30% no mês, superando o (1,16%). No entanto, o fundo continua a negociar com um elevado desconto de -41,93% em relação ao seu valor patrimonial, refletindo a grande incerteza do mercado sobre a capacidade de recomposição da receita recorrente.

Dividendos

A distribuição referente a agosto foi de R$ 0,34 por cota, equivalente a um dividend anualizado de 8,68% sobre a cotação de fechamento do mês. Diferentemente dos meses anteriores, a distribuição foi amplamente coberta pelo resultado do período (R$ 2,74/cota) devido à receita não recorrente da multa, o que permitiu ao fundo reter R$ 2,40 por cota e aumentar suas reservas de caixa em R$ 11,6 milhões.

Indicadores

P/VP

0,58

DY Mensal

0,72%

DY Projetado 12M

8,68%

Rentabilidade YTD

7,72%

Resultado por Cota

R$ 2,74

Dividendo por Cota

R$ 0,34

Estabilidade Dividendo

volátil

Número de Cotistas

15.724

Métricas

Taxa de Vacância

49%

Prazo Médio Restante

1,0 anos

Aluguel Médio/m²

Não informado

Portfólio

Número de Propriedades

2

Área Total (GLA)

22.989 m²

Destaques

  • Recebimento de R$ 11,8 milhões, primeira parcela da multa de R$ 18,3 milhões (R$ 3,80/cota) pelo distrato da Seven.
  • Resultado extraordinário de R$ 2,74 por cota, com retenção de R$ 2,40 por cota em caixa.
  • Negociação em estágio avançado para locação de 1.839 m², o que pode reduzir a vacância de 49% para 41%.
  • Valorização da cota de mercado em 2,30% no mês, superando o desempenho do IFIX (1,16%).

Desafios

  • Aumento súbito e drástico da vacância física para 49% em agosto de 2025, após a formalização do distrato da inquilina Seven na Torre D do Rochaverá.
  • Necessidade de locar uma área vaga de 11.248 m² no seu principal ativo para recompor a receita recorrente.
  • Continuação da queda no número de cotistas, com redução de 13,9% nos últimos 12 meses.

Riscos do Fundo

  • Risco de vacância extremamente elevado (49%), concentrado no ativo Rochaverá Torre D.
  • Dependência do sucesso na relocação de uma grande área vaga (11.248 m²) para restaurar a receita recorrente do fundo.
  • Risco de vacância total no imóvel Standard Building a partir de janeiro de 2026, com o término do contrato do único inquilino (IBMEC).
  • Alta concentração do portfólio em apenas dois imóveis.
  • Mercado de escritórios desafiador na região do Centro do Rio de Janeiro, onde se localiza o Standard Building, dificultando uma futura locação.
  • Risco de mercado persistente, refletido no alto desconto P/VP de -41,93%.

Observações do Mês

O fundo vivenciou um evento pivotal e negativo com o distrato da Seven, que elevou a a um nível crítico de 49%. Embora a substancial multa recebida (R$ 11,8 milhões) forneça um crucial colchão de e tenha inflado o resultado do mês, ela mascara a severa queda na receita recorrente futura. A proatividade da gestão em avançar com novas negociações é um ponto positivo, mas o desafio de preencher um espaço tão grande é imenso. O fundo agora enfrenta uma alta vacância em seu principal ativo em São Paulo, somando-se ao desafio já existente de reposicionar o ativo do Rio de Janeiro, cujo contrato também se encerra em breve. O persistente e elevado desconto reflete estes profundos riscos estruturais.

Propriedades

Rochaverá Diamond Tower (Torre D)

São Paulo, SP・Classe AAA (LEED Platinum e Gold)

Vacância Alta 70%

GLA

14.648 m²

Ocupação

23,2%

Aluguel/m²

Não informado

Participação

100%

Resumo

O principal evento do mês foi o distrato formalizado pela inquilina Seven, que desocupou 11.248 m², elevando a vacância do edifício para 76,8%. A gestão informou estar em negociação avançada para locar um dos andares (1.839 m²), o que pode ser o primeiro passo para a recomposição da ocupação.

Inadimplência

Não informado

Vacância

A vacância do ativo saltou de 0% para 76,8% em agosto de 2025.

Standard Building

Rio de Janeiro, RJ・Classe Edifício histórico tombado

Vacância Baixa 19%

GLA

8.341 m²

Ocupação

100%

Aluguel/m²

Não informado

Participação

100%

Resumo

O imóvel permanece 100% locado para o IBMEC até 29 de dezembro de 2025, quando o contrato de locação será encerrado. A gestão continua executando iniciativas para o reposicionamento do ativo em 2026, considerando locação corporativa, conversão para residencial ou locação para os setores de saúde e educação.

Inadimplência

Não informado

Vacância

Ocupação estável em 100% até Dez/2025, com risco de vacância total a partir de Jan/2026.

Revitalização

Rochaverá Diamond Tower (Torre D)

Resumo

As obras de modernização do lobby e dos banheiros das áreas comuns foram concluídas e entregues em Março de 2025, mantendo o ativo com alto padrão de qualidade.

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