Resumo do Relatório Gerencial de XPCM11 (Julho de 2025) com Inteligência Artificial

FII XP MACAE

XPCM11Resumo de Julho de 2025

Resumo

O XPCM11 é um fundo monoativo que possui o edifício The Corporate em Macaé (RJ). Em julho de 2025, o fundo novamente apresentou resultado negativo, de -R$ 0,12 por cota, e não realizou distribuição de rendimentos, uma constante nos últimos 12 meses. A receita de locação foi insuficiente para cobrir as elevadas despesas imobiliárias. O principal evento do período foi a conclusão da transição de gestão; a partir de 1º de agosto de 2025, a URCA Gestão de Recursos e a Oslo Capital assumem como gestora e administradora, respectivamente. Este é o último relatório elaborado pela XP Asset. A física do imóvel encerrou o mês em 57%. O mercado de lajes corporativas em Macaé mostra sinais de recuperação, segundo estudo da CBRE, mas a vacância geral na região permanece elevada, representando um desafio contínuo para o fundo.

Desempenho

O fundo registrou um resultado financeiro negativo de R$ 291.836 em julho, equivalente a -R$ 0,12 por cota. As receitas de R$ 62.412, compostas majoritariamente por locação, foram insuficientes para cobrir as despesas totais de R$ 354.248, impactadas principalmente pelos custos operacionais e de manutenção do imóvel.

Dividendos

Não houve distribuição de rendimentos em julho de 2025, reflexo do resultado operacional negativo do fundo. A ausência de dividendos tem sido uma constante ao longo dos últimos 12 meses, dado que as receitas geradas pelo ativo não superam suas despesas recorrentes.

Indicadores

P/VP

0,27

DY Mensal

0%

DY Projetado 12M

0%

Rentabilidade YTD

7,16%

Resultado por Cota

-R$ 0,12

Dividendo por Cota

R$ 0,00

Estabilidade Dividendo

estável

Número de Cotistas

17.705

Métricas

Taxa de Vacância

57%

Prazo Médio Restante

Não informado

Aluguel Médio/m²

Não informado

Portfólio

Número de Propriedades

1

Área Total (GLA)

19.664,23 m²

Destaques

  • Transição de gestão e administração concluída, com URCA Gestão de Recursos e Oslo Capital assumindo a partir de 1º de agosto de 2025.
  • Apesar do resultado negativo, a gestão anterior estima que o caixa do fundo é suficiente para cobrir as despesas recorrentes durante o exercício de 2025.
  • Estudo de mercado da CBRE indica uma tendência de recuperação para o setor de lajes corporativas em Macaé, com absorção líquida positiva em 2024.

Desafios

  • O fundo apresentou um resultado negativo de R$ 291.836 em julho de 2025, impossibilitando a distribuição de rendimentos.
  • A alta taxa de vacância do único imóvel, que encerrou julho em 57%, continua a ser o principal desafio, pressionando as receitas.
  • As despesas imobiliárias (R$ 320.586) superam significativamente as receitas de locação (R$ 50.607), tornando a operação financeiramente deficitária.

Riscos do Fundo

  • Risco de concentração em um único ativo (monoativo): o fundo detém apenas o edifício The Corporate.
  • Risco de concentração geográfica: o único imóvel está localizado em Macaé (RJ), um mercado fortemente dependente do setor de óleo e gás.
  • Risco de vacância elevada: a taxa de vacância de 57% impacta diretamente a geração de receita e a capacidade de distribuir rendimentos.
  • Risco de liquidez da cota: o volume de negociação do fundo é relativamente baixo, o que pode dificultar a compra ou venda de grandes quantidades de cotas.
  • Risco operacional: o fundo gera prejuízos recorrentes, consumindo seu caixa para cobrir as despesas que excedem as receitas de aluguel.

Notas

  • A partir da competência de agosto de 2024, foi implementada a suspensão do pagamento da Taxa de Administração, por liberalidade da gestora e administradora, devido ao baixo saldo de caixa do fundo.
  • Este relatório gerencial referente a julho de 2025 foi o último elaborado pela XP Asset, em virtude da troca de gestora e administradora aprovada em AGE.

Observações do Mês

O XPCM11 é um fundo de altíssimo risco por ser monoativo e estar localizado em Macaé, uma cidade com forte dependência do setor de óleo e gás. O fundo enfrenta um cenário crítico com alta estrutural, resultados negativos recorrentes e ausência total de distribuição de dividendos. A troca de gestão para URCA/Oslo a partir de agosto de 2025 representa uma esperança de reestruturação, mas o desafio é enorme. O extremamente descontado (aproximadamente 0.27) reflete a percepção de risco e a falta de geração de caixa do ativo. O investimento é de natureza especulativa, dependendo inteiramente do sucesso da nova gestão em reocupar o imóvel e reverter o quadro operacional negativo.

Propriedades

The Corporate

Macaé, RJ・Classe A

Vacância Alta 98%

GLA

19.664,23 m²

Ocupação

43%

Aluguel/m²

Não informado

Participação

100%

Resumo

Único ativo do fundo, localizado no bairro Novo Cavaleiros. O imóvel, classificado como Classe A, enfrenta uma alta vacância de 57%. As recentes locações em 2024 e 2025 ajudaram a reduzir a área vaga, mas a receita gerada ainda é insuficiente para cobrir os custos operacionais do edifício. A gestão de prospecção foca em empresas de grande porte e na expansão dos locatários atuais.

Inquilinos

Locatário 1 (Óleo e Gás)

42%

Locatário 5 (Óleo e Gás)

35,7%

Locatário 4 (Óleo e Gás)

7,5%

Locatário 6 (Alimentício)

6,9%

Locatário 3 (Óleo e Gás)

5,7%

Locatário 2 (Energia)

2,2%

Concentração por Inquilino

Locatário 1 (Óleo e Gás)Locatário 5 (Óleo e Gás)Locatário 4 (Óleo e Gás)Locatário 6 (Alimentício)Locatário 3 (Óleo e Gás)
Locatário 1 (Óleo e Gás) Risco
42%
Locatário 5 (Óleo e Gás) Risco
35,7%
Locatário 4 (Óleo e Gás)
7,5%
Locatário 6 (Alimentício)
6,9%
Locatário 3 (Óleo e Gás)
5,7%
Outros
2,2%

Um ou mais inquilinos representam mais de 25% do portfólio.

Os resumos são gerados automaticamente por IA e podem conter erros.
Este serviço apenas organiza informações públicas dos relatórios gerenciais. Não constitui recomendação ou orientação de investimento.