Resumo do Fundo Imobiliário GTWR11 - FII G TOWERS

FII G TOWERS

GTWR11

Resumo

O GTWR11 é um fundo monoativo proprietário do complexo Green Towers em Brasília, 100% locado para o Banco do Brasil. Em fevereiro de 2026, o fundo apresentou um resultado de caixa de R$ 0,90/cota, exatamente igual à distribuição realizada, mantendo o equilíbrio financeiro sem consumo de reservas. A gestão destaca a estabilidade da distribuição e a rentabilidade acumulada de 46,1% nos últimos 12 meses, significativamente acima do .

Desempenho

O fundo registrou uma rentabilidade de 3,4% no mês, superando o (1,3%). Nos últimos 12 meses, a rentabilidade acumulada é de 46,1%. A cota de mercado encerrou a R$ 85,94, com de 0,85, indicando uma redução no desconto patrimonial frente aos meses anteriores.

Dividendos

Distribuição de R$ 0,90 por cota, representando um Dividend mensal de 1,05% e anualizado de 12,57%. O pagamento foi integralmente coberto pelo resultado gerado no mês (R$ 0,90), mantendo uma reserva de lucros acumulada de R$ 0,19/cota.

Indicadores

Rentabilidade YTD

5,8%

P/VP

0,85

DY Projetado 12M

12,57%

Último rendimento

R$ 0,90 (fev/26)

Taxas

Taxa de Administração

Taxa de Administração e Gestão: 0,25% a.a.

Taxa de Gestão

Taxa de Consultoria Imobiliária: 0,25% a.a.

Total de Taxas Anuais

0,5%

Informações do fundo

Nome Completo

Fundo de Investimento Imobiliário Green Towers

Segmento

Lajes Corporativas

CNPJ

23.740.527/0001-58

Tipo ANBIMA

Tijolo Renda Gestão Definida

Data de Início

13 de julho de 2017

Número de Cotistas

33.843 (fev/26)

Histórico

Dividend Yield

anualizado recuou ligeiramente para 12,57% (fev/26) ante 12,86% (jan/26) devido à valorização da cota (efeito denominador), apesar do dividendo nominal constante.

Desempenho vs. Período Anterior

Rentabilidade mensal acelerou para 3,4% em fevereiro, comparado a 2,3% em janeiro.

Vacância

Estável em 0%.

NOI

Resultado manteve-se robusto em R$ 0,90, alinhado à média recente.

Inadimplência

Estável em 0%.

Mudanças

  • Aumento do valor de aluguel médio por m² de R$ 169 para R$ 171.
  • Valorização expressiva da cota de mercado, levando o P/VP para 0,85.

Melhorias

  • Manutenção do equilíbrio entre Resultado Gerado e Distribuído (0,90 vs 0,90), evitando consumo de caixa.

Pontos de Atenção

  • Redução contínua da liquidez diária, caindo 3,9% em fevereiro para R$ 0,82 MM.

Resumos Mensais

Fevereiro de 2026

Resultado de R$ 0,90 cobriu distribuição de R$ 0,90 (DY 12,57%). Rentabilidade 12M de 46,1%. Ocupação 100% com Banco do Brasil. subiu para 0,85. Leia mais →

Janeiro de 2026

Resultado de R$ 0,91 cobriu distribuição de R$ 0,90 (DY 12,86%). Ocupação 100%, 0,83. Rentabilidade 12 meses de 39%. Risco de contrato 2028. Leia mais →

Dezembro de 2025

Resultado de R$ 0,88 e provento de R$ 0,90 (DY 13,87% a.a.). Reavaliação do ativo elevou VP para R$ 101,40 (+1,7%). física permanece zerada. Leia mais →

Novembro de 2025

Resultado de R$ 0,89/cota e distribuição de R$ 0,90. Rentabilidade YTD de 20,8% vs 15,3% do . física de 0% e de 0,77. Leia mais →

Setembro de 2025

Resultado de R$0,89/cota e distribuição de R$0,90. Rentabilidade de 4,6% vs. 3,3% do . 0,79. AGC aprova mudanças na gestão mas mantém fundo monoativo. Leia mais →

Agosto de 2025

Resultado de R$0,89/cota e distribuição de R$0,90/cota. Rentabilidade de 1,9% vs. 1,2% do . de 0,77. Ocupação 100%. AGC convocada para mudanças estruturais. Leia mais →

Julho de 2025

Resultado de R$ 0,90/cota e DY anualizado de 14,24%. Ocupação em 100% e de 0,76. Rentabilidade de 15,2% no ano, superando o . Leia mais →

Junho de 2025

Resultado de R$0,90/cota e distribuição de R$0,87/cota. Rentabilidade de 1,8% no mês, superando o . de 0,78 e ocupação em 100%. Leia mais →

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